Instituto de Saúde de Nova Friburgo

Alunos da UFF Friburgo conquistam prêmio em Simpósio no Rio de Janeiro

As alunas Luana Borba e Marília Barcelos, com a participação do aluno Andrew Farsura, conquistaram o prêmio de melhor apresentação oral durante o IX Simpósio Brasileiro de Papilomatose Humana “HPV In Rio”. O evento foi realizado no Centro de Convenções do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC), no Rio de Janeiro.

Sob a orientação da professora Aislan Pascoal, os estudantes apresentaram o trabalho “Vacina nonavalente contra o HPV, quais as vantagens?” e representaram o Curso de Graduação em Biomedicina do Instituto de Saúde de Nova Friburgo (ISNF), unidade de ensino superior da Universidade Federal Fluminense (UFF) no município.

Palestra sobre Iniciativas do MCTIC para promoção do Empreendedorismo Inovador

Palestra Iniciativas do MCTIC para promoção do Empreendedorismo Inovador, que ocorrerá na UFF, dia 27/06/2019, com o palestrante Leonardo Sousa de Freitas.

Inscrições em http://bit.ly/2FfnVqK

ISNF sedia a 1ª reunião de planejamento do Fórum de Sustentabilidade de Nova Friburgo

Na última terça feira, 11/06, o Instituto de Saúde de Nova Friburgo recebeu representantes do grupo InovaFri, para primeira reunião para debater assuntos acerca de sustentabilidade e consciência ambiental sobre a cidade de Nova Friburgo. O fórum, organizado pelo prof. Dr. Cláudio Fernandes, Coordenador do Escritório da AGIR/ISNF, tem o propósito de ser permanente, e contou com a presença da Presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade da UFF (CPS), Deise Ceccon, do Secretário de Ciência e Tecnologia de Nova Friburgo, Marcelo Verly, e com o Subsecretário de Desenvolvimento Econômico de Nova Friburgo Marcos Marins, além de representantes da EMBRAPA, Câmara Municipal e Empresários da cidade.

Friburgo, conhecido como polo de moda íntima do país, acolhe mais de 1.200 confecções, e produz toneladas de resíduos têxteis que não vem tendo aproveitamento e descarte correto. Além disso, a cidade não apresenta dados legais que envolvam esse tipo de ação, sendo extremamente importante apoiar a elaboração de plano de gerenciamento de resíduos, um dos objetivos propostos pelo grupo. Outra pauta levantada pelo grupo foi de incentivar a participação das Universidades da região para o levantamento de dados destes resíduos, afim de contribuir na organização e monitoramento de informações, estabelecendo um observatório sobre geração, manejo e impactos de resíduos gerados em Nova Friburgo.

A cidade também conta com grande produção de resíduos eletroeletrônicos e resíduos de saúde, que com descartes irregulares, acaba trazendo prejuízo social, ambiental e econômico ao município. Deise Ceccon informou sobre o projeto RECICLETRONIC do ISNF / CPS / UFF, e sua capacidade de atuar na forma modular (RECICLEGRIDS), gerando uma infraestrutura geograficamente distribuída de captação e processamento primário de resíduos. Eric Fernandes, bolsista PIBITI e aluno da PUCRJ mostrou que o projeto está associado a um plano de comunicação social e um plano de logística autossustentável para criar um ciclo virtuoso, com incentivo da cultura de sustentabilidade, captação/gestão de resíduos e mobilidade de
cargas.

Após o primeiro encontro, o grupo pretende organizar as ideias e estabelecer uma lista de prioridades administrando um fórum de discussão na página do INOVAFRI. A prioridade inicial será a elaboração de programa e palestrantes para o RIOINFO/NF, como objetivo de subsidiar a elaboração do plano municipal de gestão de resíduos sólidos. Junto a sessão de debates será organizada uma mostra de tecnologias e experiências para proporcionar uma oportunidade de encontro entre pesquisadores, gestores públicos, empresários e líderes sociais de Nova Friburgo com foco no arcabouço jurídico, ações de sensibilização da cultura de sustentabilidade e
metodologias de incentivo público e privado para a efetiva transformação do município em uma cidade sustentável.

UFF Friburgo promove simpósio de docência em saúde

Evento gratuito discute a formação do profissional do cuidado

Nesta sexta-feira (14/06), a Universidade Federal Fluminense (UFF) realiza o ‘Simpósio Docência em Saúde – a formação do profissional do cuidado’. O evento ocorre, das 8h às 18h, no anfiteatro do Instituto de Saúde de Nova Friburgo (ISNF), unidade de ensino superior da UFF no município. A entrada é gratuita, mas é necessário fazer inscrição com antecedência pelo link https://bit.ly/2XcVh0d, porque as vagas são limitadas.

O simpósio é destinado a professores, estudantes, pacientes e à comunidade friburguense e tem como objetivo discutir questões de ensino e aprendizagem sobre cuidados com as pessoas e as aplicações no dia a dia. Ao final do encontro, os participantes recebem certificado.

“Vamos debater os temas levantados no livro ‘Perplexidades, Devaneios e Provocações: debates e reflexões sobre o cenário contemporâneo e a formação do profissional do cuidado’ que foi organizado por mim e pela professora Geni Nader Vasconcelos”, esclarece Fábio Robles, professor do ISNF e responsável pelo evento.

“São dezenove autores de diferentes áreas do cuidado que se propuseram a refletir sobre a prática, sobre como se ensina e se aprende a cuidar de um ‘outro’ no cenário contemporâneo. É um tema que contempla as áreas da Medicina, Enfermagem, Odontologia, Psicologia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Neurociências, Artes Plásticas e Teatrais, Educação, Sociologia, dentre outras”, salienta o professor, afirmando ainda que “o simpósio é uma provocação à reflexão, fundamental no que fazemos, com um brilho no olhar que precisa ser polido em conjunto dos que sonham as mesmas ideias e sensações”, conclui.

O Instituto de Saúde de Nova Friburgo está localizado na Rua Doutor Silvio Henrique Braune, 22, Centro – Nova Friburgo – RJ.

Programação

8h – Recepção, conferência de inscrições e inscrições avulsas (se ainda houver vaga);

8h30min – Abertura, explicação das razões e dos objetivos do encontro e apresentação do programa do dia e dos participantes das atividades;

8h45min – Direção e Coordenações de Cursos do ISNF – Professores Amauri Favieri, Renata Tucci, Leonardo Mendonça e Gisele Gouvêa;

9h – Fala do mediador e contextualização do assunto na contemporaneidade e para a comunidade de Nova Friburgo, Brasil e Planeta Terra (Hamilton Werneck);

9h30min – Professor Cresus Gouvêa – ‘Como é discutir assuntos de formação e prática do cuidado nos dias de hoje?’;

9h45min – Robério Canto – ‘Como amarrar tantas falas de vozes diferentes e formações em áreas diferentes em um eixo condutor único que responda a anseios de todos?’;

10h – Professora Geni Nader Vasconcelos – Educar para e no pensar;

10h15min – Professor Fábio Renato P. Robles – Conhecer-se para o cuidar;

10h30min – INTERVALO;

11h – Conversas com a plateia – expectativas, angústias e possíveis caminhos;

12h30min – ALMOÇO;

14h – Adriano Freitas – Neurociências e a formação de quem cuida;

14h15min – Professora Rogener Costa– Responsabilidade social na formação para o cuidado;

14h30min – Professora Laura Robles – Hospitalidade como cuidado com o outro;

14h45min – CD Alexandre Ueda – Cuidar dos apartados da sociedade e serviços de saúde;

15h – CD Penha Cunha – ‘Como ensinar-aprender saúde ativamente?’;

15h15min – Debates com a plateia;

15h30min – INTERVALO;

16h – Professor Wantuil Araújo – Espiritualidade no cuidado;

16h15min – Drª. Ana Claudia Quintana Arantes – Oficina de auto-cuidado e o que o paciente pode nos ensinar;

Discussões com todos os participantes – interação e debates.

O que o bloqueio orçamentário representa para as universidades federais – Desafios e cenários financeiros para a UFF em 2019

Em abril de 2019, o Ministério da Educação anunciou o bloqueio de cerca de 30% do orçamento discricionário das universidades federais brasileiras. Na Universidade Federal Fluminense, esse percentual representa um montante de R$ 52 milhões. Antes mesmo desse anúncio, nossa situação orçamentária e financeira já era muito difícil, com dívidas acumuladas ao longo dos últimos anos, desde quando tivemos nosso orçamento congelado em valores menores do que o custo do nosso funcionamento.

Desde o início do ano, a administração tem realizado reuniões frequentes com associações, parlamentares e Ministério da Educação em Brasília para tentar reverter o quadro. Nesta quarta-feira, o reitor da UFF, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, terá audiência com o Ministro da Educação, Abraham Weintraub, para negociar o desbloqueio e a liberação de créditos suplementares.

Caso não haja liberação completa do bloqueio, o cenário será grave. As universidades federais brasileiras estão apontando sério risco para as condições de manutenção no segundo semestre. Com o novo bloqueio de R$ 52 milhões do orçamento de custeio, não há o que cortar sem comprometer serviços; no limite, o grande desafio será conseguir que a Universidade tenha o mínimo para continuar funcionando em situação de emergência.

A UFF custa R$ 16,7 milhões por mês, considerando despesas básicas, como água, energia elétrica, bolsas e contratos de prestação de serviços terceirizados. Portanto, não entram nessa conta despesas com obras, reformas, diárias e passagens, entre muitas outras. No entanto, o orçamento aprovado para 2019 previa custeio de 14,1 milhões mensais. Dessa forma, no começo do semestre, a UFF cortou despesas estimadas em R$ 35 milhões anuais para se adequar ao recurso disponível, como eliminação de todos os celulares institucionais, revisão de contratos, redução do transporte e enxugamento administrativo.

Só que, mesmo antes do bloqueio, a UFF já recebia financeiro menor do que o necessário, na ordem de R$ 9,8 milhões por mês, o que prejudicava fortemente os pagamentos e a prestação dos serviços. Com o anúncio do bloqueio, estima-se o recebimento de um valor mensal de R$ 6,85 milhões para custeio, menos da metade do mínimo necessário. Só as contas de água e luz são, mensalmente, quase R$ 3 milhões, mais R$ 2,1 milhões de bolsas, e terceirizados e contratos custam R$ 9 milhões por mês. Logo, o contingenciamento ameaça gravemente o início do segundo semestre na data prevista, a realização de viagens para atividades de campo e a abertura de vagas para 2020.

Transparência
Com isso, a equipe intensificou a elaboração dos planos para dimensionar os efeitos da restrição orçamentária e traçar como isso vai impactar o funcionamento da UFF. Esse texto se insere em iniciativas de transparência, que incluem exposições já realizadas ao Conselho Universitário e aos diretores das unidades acadêmicas, para detalhar à comunidade interna os dados e a realidade atual para que possamos nos informar e nos mobilizar em defesa do ensino público.

Para entender o cenário completo da restrição orçamentária que afeta severamente as universidades federais, é preciso compreender quatro fatores:
1)  Congelamento histórico da verba discricionária da UFF que prejudica o funcionamento desde 2014;
2) A acumulação de dívidas com empresas prestadoras de serviços terceirizados devido ao descompasso entre o custo da Universidade e os recursos disponíveis;
3) Os entraves na autorização do recurso previsto em orçamento e da liberação do financeiro para a execução dos pagamentos, ainda antes do contingenciamento;
4) O impacto de um novo bloqueio de R$ 52 milhões.

Histórico do Orçamento da UFF
O montante global previsto no orçamento da UFF na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2019 é de R$ 1,97 bilhão. O número de quase dois bilhões de reais representa todos os tipos de despesas. O que se chama de custeio são gastos destinados à manutenção dos órgãos públicos, como energia, água e serviços terceirizados de limpeza e segurança, enquanto que capital são investimentos de patrimônio, como prédios, equipamentos e materiais permanentes.

O maior grupo de gastos das universidades federais é composto pelas despesas com pessoal, aposentadorias e custeio da folha de pagamento, os quais chegam, no caso da UFF, a R$ 1,78 bilhão e incluem salários, aposentadorias e pensões, custeio da Previdência, PASEP, auxílio transporte, auxílio alimentação, entre outros. Assim, aproximadamente 90% do orçamento da UFF para 2019 é gasto obrigatório, pago diretamente aos servidores pelo Ministério da Educação, sem nenhuma ingerência da Universidade.

O recurso que fica disponível para a UFF empenhar de acordo com o seu planejamento interno é cerca de 10% do montante global. O problema é que, desde 2014, essa parte do orçamento não é suficiente para custear o funcionamento básico da UFF em suas dez cidades ou para investir em obras. A parcela para a construção de prédios, por exemplo, caiu de R$ 61,54 milhões em 2014 para R$ 5,3 milhões em 2018. Para dar uma noção desse impacto, o estudo preliminar da ampliação do Restaurante Universitário do campus da Praia Vermelha estima um investimento de R$ 10 milhões.

Descompasso entre verba discricionária e custo UFF
Os valores de custeio não acompanharam a necessidade de aumento dos gastos resultante do crescimento da Universidade. A inauguração de um prédio ou de um restaurante universitário aumenta os custos de energia, funcionários, gêneros alimentícios, manutenção, limpeza, segurança e custeio de forma geral. Esse estrangulamento se somou a dívidas históricas que a instituição carrega há anos e produziu, desde 2015, uma situação de dificuldade de manutenção dos serviços terceirizados em sua plenitude.

Assim, foram tomadas medidas duras, inevitáveis à luz da lei e da responsabilidade, de suspensão de programas e de redução de serviços, mas que não foram suficientes para evitar o atraso nos repasses às empresas terceirizadas e o aumento da dívida acumulada, que chegou a R$ 55 milhões no início de 2019.

Restrições iniciais em 2019 e impacto na prestação de serviços
Esse cenário de subfinanciamento acumulado desde 2015 estrangulou a capacidade de funcionamento da UFF. Antes do anúncio do bloqueio, a restrição financeira já era preocupante. Projeções da Pró-Reitoria de Planejamento indicam que a Universidade precisaria de R$ 200 milhões anuais (16,7 milhões por mês) para arcar com os custos mais elementares, como água, energia elétrica, gêneros alimentícios, empresas terceirizadas, contratos, aluguéis, bolsas e auxílios; sem contar a dotação para as unidades acadêmicas (Faculdades, Escolas e Institutos), obras de manutenção emergenciais, diárias e passagens a trabalho.

No entanto, o orçamento aprovado para essas despesas era de R$ 169 milhões (R$ 14,1 milhões por mês). Isto é, caso o governo federal liberasse 100% do crédito previsto na Lei Orçamentária para a UFF, ainda faltariam mais de R$ 30 milhões. Consciente dessa realidade, a administração realizou um estudo profundo dos contratos, aumentou a eficiência da gestão, fez novas licitações mais restritivas, melhorou a gestão dos contratos e reduziu a prestação de serviços para se enquadrar nesse montante, o que gerou uma economia anual estimada em R$ 35 milhões.

Todavia, fomos surpreendidos no começo do ano pela não liberação do orçamento mensal previsto em lei. Para contratar um serviço, as instituições públicas possuem créditos orçamentários autorizados na Lei Orçamentaria Anual (LOA) aprovada no Congresso e sancionada pela Presidência da República e, mensalmente, vão autorizando a emissão de empenho para as empresas prestarem o serviço. Com este empenho, gera-se uma espécie de “nota promissória” e as empresas esperam a liberação do financeiro, isto é, o efetivo pagamento do governo federal.

O dinheiro é liberado mensalmente e, até março, a Universidade havia recebido apenas R$ 29,4 milhões desse grupo de despesas, referente a R$ 9,8 milhões por mês. Dos valores empenhados e cujas notas fiscais foram liquidadas (ou seja, do total de serviços já prestados), o governo tem repassado somente 69,5% de financeiro em relação ao orçamento, o que na prática é o recurso disponível que pode ser, efetivamente, repassado ao fornecedor que prestou o serviço.

Essa diferença de mais de R$ 4 milhões entre o valor mensal previsto em orçamento e o valor disponível na conta da UFF é o contingenciamento que já vinha sendo realizado pelo governo federal mensalmente ainda antes do novo bloqueio de maio.

Quadro financeiro anterior ao bloqueio de maio

Desse modo, a situação se agravou por três motivos: (1) acúmulo histórico de dívidas pelo subfinanciamento que impede que a UFF feche suas contas ano após ano; (2) contingenciamento mensal que reduz o repasse previsto; e (3) efetivo repasse do financeiro abaixo dos valores necessários para pagar os serviços já prestados.

Novo bloqueio em maio de R$ 52 milhões
A perspectiva preocupante cria incerteza e impossibilidade de financiar a manutenção cotidiana da Universidade. Em maio de 2019, essa situação se agravou com o bloqueio de R$ 52 milhões do recurso discricionário. Para se ter uma ideia do impacto dessa medida, o valor discricionário mensal aprovado na LOA era de R$ 14,1 milhões, totalizando R$ 169,2 milhões. Desse montante, a UFF já foi autorizada a empenhar, nos cinco primeiros meses do ano, R$ 70 milhões. Com o bloqueio, sobram R$ 48 milhões, o que representa R$ 6,85 milhões mensais, ou seja, 46,5 % do montante mensal que constava na Lei para 2019.

No limite, o bloqueio força a Universidade a reduzir os custos de R$ 16,7 para R$ 6,85 milhões por mês, ajuste completamente impraticável. Dessa forma, não há mais onde cortar sem prejudicar o funcionamento da Universidade.
Isso porque a UFF tem um custo mensal de, aproximadamente, R$ 3 milhões de energia, água e gás, somados a 2,1 milhões de bolsas e auxílios, totalizando 5,3 milhões. As empresas de serviços terceirizados e contratos são a maior parte do recurso discricionário, totalizando R$ 9 milhões por mês, considerando limpeza, manutenção de áreas verdes, conservação e reparação de bens móveis e imóveis, vigias e vigilantes, motoristas do serviço de transporte, entre muitos outros.

Diante desse quadro, o reitor, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega,  intensificou as visitas a Brasília e conversas com parlamentares do Rio de Janeiro, das bancadas federal e estadual, em busca de saídas para a crise. Nesta terça-feira, o reitor viajou novamente à capital para reuniões no MEC e terá audiência quarta-feira com o Ministro da Educação, Abraham Weintraub, para negociar o desbloqueio e a liberação de créditos suplementares.

Na reunião, a administração irá apresentar o potencial e realizações da UFF, os ajustes administrativos e de gestão eficiente já implementados e buscar a liberação dos recursos para atender às atividades. Em paralelo, fizemos acordos de cooperação e parceria com prefeituras municipais e órgãos locais, como o termo de cessão de uso do Cine Icaraí, que envolveu a finalização dos prédios do Instituto de Arte e Cultura Social (IACS) pela Prefeitura Municipal de Niterói.

Caso não haja a recomposição total do orçamento aprovado inicialmente na LOA, a administração irá elaborar um conjunto de medidas para tentar manter um funcionamento mínimo da Universidade em cenário de emergência. Como tem sido marca dessa gestão, as ações terão transparência total e serão discutidas em articulação com os dirigentes das unidades acadêmicas, os membros dos Conselhos Superiores e os componentes dos órgãos de representação dos três segmentos da comunidade universitária.

Dessa forma, será criado um Gabinete de Crise com participação da administração, representação estudantil, técnicos, diretores e diretoras para realizar proposições de como enfrentar a restrição orçamentária.

RioInfo Nova Friburgo

O RioInfo Nova Friburgo, trará para a cidade o maior evento dedicado à Tecnologia da Informação do Rio de Janeiro, reunindo empresários de renome e especialistas da área, nacionais e internacionais, além de acadêmicos que buscam troca de experiências e oportunidades no mercado. O evento será apresentado formalmente no dia 11 de Junho, às 19h, no Teatro Municipal Laércio Rangel Ventura, em Nova Friburgo. A iniciativa de trazer esse prestigioso evento para Nova Friburgo foi do grupo INOVAFRI, que o ISNF/UFF participa e constitui importante fator de sensibilização e networking para nossa comunidade.

Inscrições: http://bit.ly/ln-rioinfo

UFF Friburgo abre nova temporada do projeto Desvendando o Corpo Humano

Instituições de ensino médio, pré-vestibulares e cursos técnicos de saúde devem agendar visitação ao laboratório de anatomia da unidade

O Instituto de Saúde de Nova Friburgo (ISNF), unidade de ensino superior da Universidade Federal Fluminense (UFF) no município, lançou a nova temporada do projeto Desvendando o Corpo Humano, que reúne estudantes de instituições de ensino médio, pré-vestibulares e de cursos técnicos da área da saúde em visitas guiadas ao laboratório de anatomia da unidade.

Para participar, basta que o professor responsável pela turma ou o representante da instituição agende uma visita com antecedência pelo e-mail desvendandoch@gmail.com. O evento é realizado sempre às sextas-feiras, a partir das 10h.

“Eles ficam encantados quando entram no laboratório de anatomia, porque é diferente de conhecer pelo livro, pela foto ou pela ilustração. É uma oportunidade de proporcionar a esses jovens estudantes uma experiência nova que vai ajudar muito na escolha da profissão que querem seguir para o resto da vida”, garante Thereza Bargut, professora responsável pelo projeto. 

Locais de visitação

Durante o passeio pelo campus, além do laboratório de anatomia da UFF de Nova Friburgo – onde os alunos dos cursos de graduação em Biomedicina, Fonoaudiologia e Odontologia realizam aulas práticas – os visitantes conhecem o Palacete do II Barão de Duas Barras e o Espaço de Memória da Odontologia, onde há um acervo raro de peças, documentos, equipamentos e utensílios que contam a história e o desenvolvimento da profissão.

Públicas, privadas e técnicas

Em 2018, durante a primeira temporada do projeto Desvendando o Corpo Humano, 540 alunos e 35 professores de escolas públicas, privadas e de cursos técnicos de enfermagem de Nova Friburgo e de municípios vizinhos passaram pelo anatômico da UFF.

“É gratificante saber que muitos tomam a decisão de seguir uma das carreiras que oferecemos aqui na nossa unidade depois que participam dessa visita e tiram todas as dúvidas conosco, sem contar, é claro, que vivenciam na prática o que aprenderam na teoria em sala de aula”, confidencia a professora, lembrando ainda que o projeto funciona para complementar o trabalho realizado em instituições que não possuem laboratórios disponíveis aos alunos.

UFF promove o 1º Workshop em Biotecnologia cervejeira da Região Serrana

Evento gratuito ocorre no dia 8 de junho, das 13h às 17h, no auditório do Instituto de Saúde de Nova Friburgo

No próximo dia 8 de junho (sábado), a Universidade Federal Fluminense (UFF) realiza o 1º Workshop em Biotecnologia cervejeira da Região Serrana. O evento tem entrada gratuita e ocorre, das 13h às 17h, no auditório do Instituto de Saúde de Nova Friburgo (ISNF), que é a unidade de ensino superior da UFF no município.

O encontro é organizado por pesquisadores do Laboratório de Microbiologia Experimental Aplicada e é destinado a produtores de cerveja da região e do litoral norte fluminense. Na ocasião, Marco Miguel e José Ribeiro, professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), falam sobre ‘Fermentação: um ambiente de inovação no mundo cervejeiro’ e sobre ‘Controle microbiológico na produção de cerveja’.

Audiência pública debate jornada de trabalho do servidor

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